quarta-feira, 22 de julho de 2009

Um novo amigo


Já passei da fase de ir para academia para fazer amigos. Aliás, nem vou mais para academia, desisti dessa ideia. Meu exercício da vez é a natação. Há um ano pratico o esporte no mesmo lugar e não estou lá para fazer amigos. Vou para me exercitar e para emagrecer. Tenho um único amigo lá, o Felipe, de três anos.


A nossa amizade começou assim:


Felipe: - Oi.


Eu: - Oi, tudo bem?


Felipe: - Ahan (e me olha de cima abaixo com um olhar desconfiado) Você é criança ou gente grande?


Mãe do Felipe: - Por que essa pergunta filho?


Felipe: - É que ela é pequenininha, mãe!


A nossa conversa termina comigo explicando que não comi muito feijão e nem verdura quando eu era criança.
Ser pequena tem que servir para alguma coisa, né? Nem que seja para as futuras gerações!

terça-feira, 7 de julho de 2009

Eu, inserida na crise



Quinta-feira, 25 de junho, 11:59 am, recebo um email com o assunto "info importante". O remetente sendo a minha irmã, nunca tenho certeza até que ponto a informação seria séria ou uma notícia para alegrar o meu dia. O email se resume a uma única frase: "liquidação da zara começa amanham!" (o amanham é uma piadinha interna). Meu coração disparou por alguns minutos, em sinal de alegria. Logo em seguida veio a imagem da tela do computador com o meu extrato bancário e meu coração continuou disparado, mas agora por outro motivo.


Eu sei que já passou a moda de falar sobre a crise financeira internacional, afinal tem a morte do Michael Jackson, a gripe A (antiga gripe suína, que agora voltou com tudo aos noticiários com novo nome) e as acusações contra o Sarney. Mas só agora é que a crise realmente bateu na minha porta. Até pouco tempo eu era relativamente grata pelo meu emprego, tinha uma boa quantia investida em títulos do governo e chegava ao fim do mês sem ter aquele friozinho na barriga ao conferir o meu extrato. Agora, depois que aproveitei a redução do IPI e comprei meu carro, tenho saudades das minhas economias, preciso de um emprego novo que me pague melhor e meu extrato bancário.... bom, agora fico apreensiva toda vez que eu falo "débito", com um certo receito de não ver o papelzinho azul saindo da máquina ao sinal de "aprovada".




Esse post é só um desabafo, já que não aproveitei como eu queria a promoção da Zara e nenhuma outra promoção do shopping. Então se alguém quiser me dar um emprego novo, tô super aí!




domingo, 21 de junho de 2009

À espera do verão...




Cama quentinha no inverno x acordar com o sol batendo no rosto
Cachecóis de lã x lindos lenços fresquinhos
Casacos pesados x regatas coloridas
Grama braquinha x mar azul
Botas pesadas x diversas sandálias
Sopa x sorvete
Pantufas x andar descalço

No primeiro dia do inverno fico feliz que as temperaturas não estejam tão maldosas quanto nos últimos dias de outono. E espero que continue assim, daí quem sabe tenho paciência para esperar pelo verão!

quarta-feira, 17 de junho de 2009

No news is good news...



Não sou uma pessoa muito família. Nunca fui. Talvez porque desde criança vivi mudando de cidade em cidade e cada vez para mais longe de tios, primos e avós. Apesar da pouca convivência com toda a parentada durante a minha infância, desde que mudei para cá e agora moramos perto, consequentemente, nos aproximamos, mas nem por isso aumentamos o nosso convívio. Claro que em celebrações importantes, como aniversários, formaturas e dia das mães estamos sempre reunidos, mas aquela convivência diária não existe. Não porque a gente não se ama e não se dá bem, MUITO pelo contrário, mas acho que é comodismo ou costume mesmo, quem sabe é até uma tradição familiar.



Hoje tive uma prova disso. No meio da manhã, meu celular toca e o identificador de chamadas denuncia: Tia Odete. Meu primeiro pensamento foi: “nossa, que legal” e logo em seguida mudou para “Meudeus, o que será que aconteceu?”. E de fato aconteceu. Nada grave (espero!), mas me fez pensar porque ligações entre a nossa família não podem ser corriqueiras e normais. Esses dias percebi que tinha uma grande novidade e que só contei para a minha vó quando já nem era tão novidade e nem tão grande assim.


À tarde, também hoje, novamente meu celular tocou, mas dessa vez o identificador de chamadas não ajudou, “desconhecido”. Sempre tenho receio de atender essas ligações, mas num impulso atendi. E uma voz longínqua e estrangeira denunciou sua origem: Itália. Era meu cunhado querendo saber notícias da família e se estava tudo bem (a notícia de que algo aconteceu também já tinha chegado por lá).



A conclusão disso tudo é que, essa tecnologia que se tornou corriqueira atualmente, email, skype, orkut, twitter e por aí vai, ajuda, mas não chega aos pés de uma boa conversa ao telefone ou, ainda melhor, uma agradável visita no fim da tarde.


E é isso que vou fazer. Sair do trabalho e dar um oi na casa da família! Fui!


sexta-feira, 29 de maio de 2009

O tal do nariz de cera

Lá quando eu ainda era adolescente escolhi ser jornalista porque gostava de escrever. Ao longo do tempo, da faculdade e dos dias de trabalho, percebi que essa não é a única qualidade que um bom jornalista deve ter. Apesar disso, ainda acho que gostar de escrever é uma das características desta profissão que eu mais tenho.


Atualmente, a maioria dos meus textos é sobre tecnologia ou sobre produtos que os nossos clientes vendem. Nada comparado a temas de revistas “legais” como Nova, Gloss ou até mesmo Capricho (já pensou escrever aqueles textos da Capricho? Ia ser divertidíssimo!). Enfim, mas o que eu mais gosto mesmo de fazer é o tal do nariz de cera. Permitido em poucos meios jornalísticos, o nariz de cera é aquela enrolaçãozinha no começo do texto, para deixar ele mais atrativo e diferente. E é a parte mais divertida! É uma pena que nem todo mundo perceba isso (quem não gosta de um texto sobre peixes que começa falando de Jesus Cristo???).


Fiz uma seleção dos “narizes de cera” que mais gosto e resolvi deixá-los aqui!


(Editoria: Lazer/Pauta: Bicicletas)
Um lindo dia de verão. O céu azul e o calor do sol aquecem as ruas da cidade, enquanto o orvalho que umedece o solo e as plantas aos poucos evapora. O canto dos pássaros desperta a cidade, que ao longo da manhã começa a funcionar em um ritmo agradável. Pais deixam seus filhos na escola e vão felizes ao trabalho, sem se estressarem no caminho, afinal, todos são muito educados no trânsito, que flui perfeitamente. Carros, motos, bicicletas e pedestres convivem harmoniosamente na rua, cada meio transporte nas proporções ideais para não haver grandes congestionamentos e transformar a cidade em um verdadeiro caos.

Buzina, ônibus lotados e motoristas estressados. A manhã nublada mal começou e as ruas das grandes metrópoles já estão lotadas. O céu cinzento e a névoa de poluição não permitem que o sol aqueça as ruas, que são um eterno vai-e-vem de carros e pessoas que não sabem muito bem o motivo de tanta correria, mas têm certeza de que não podem parar para cumprimentar seu vizinho ou um conhecido que cruze seu caminho. Trânsito parado, quilômetros de congestionamento e o caos logo nas primeiras horas do dia impede qualquer possibilidade de ter momentos agradáveis no caminho para o trabalho, escola ou algum outro compromisso.


(Editoria: Gourmet/Pauta: Os benefícios do peixe)
Há cerca de 2000 anos o peixe já fazia parte da alimentação dos povos da antiguidade. Prova disso é a passagem da Bíblia que conta o milagre da multiplicação, quando Jesus Cristo alimentou uma multidão com apenas cinco pães e dois peixes. Apesar de ser um alimento bastante comum e conhecido, provavelmente na época de Cristo as pessoas não conheciam as propriedades nutricionais do peixe.


(Editoria: Viagem/Pauta:Bonito - MS)
Bonito é bonito! Ou melhor, é lindo. Ao falar dessa cidade é praticamente impossível fugir do trocadilho, afinal o lugar apresenta uma das mais exuberantes belezas naturais brasileiras.


(Editoria: Comportamento/Pauta: Leitura infantil)
Era uma vez uma linda princesa que morava em um belo castelo, num reino muito distante, e estava à espera do seu príncipe encantado quando...

O primeiro contato de muitas pessoas com a leitura foi assim. Os contos de fada são tradicionalmente contados para as crianças na hora de dormir para que elas peguem no sono. A partir daí, muitas tomam o gosto pela leitura. Porém, com tantas novidades tecnológicas, como videogames, jogos de computador e diversos tipos de entretenimento na televisão, o livro acaba ficando de lado. E não é raro escutar a pergunta: Ler para quê?

(Editoria: Economia/Pauta: Casamento econômico)

Um lindo vestido branco, uma mulher radiante de alegria, flores frescas e perfumadas, convidados sorridentes à espera da figura principal deste dia, a noiva, que entra com o seu pai ao som da marcha nupcial para encontrar, no altar, o seu príncipe encantado.

O sonho de várias meninas, que aguardam ansiosas pelo tão esperado dia do seu casamento, muitas vezes vira pesadelo quando começam a chegar os orçamentos dos preparativos para o grande dia.

(Editoria: Gourmet/ Pauta: Queijo Parmesão)

Almoço de domingo, um momento único para encontrar todos os familiares e reunir-se em torno de uma mesa farta, na qual o prato fumegante de macarrão com um delicioso molho vermelho convida para um acompanhamento indispensável: o queijo parmesão ralado, derretendo por cima da tradicional massa italiana.


(Editoria:Viagem/Pauta: Fernando de Noronha)
"Infinitas águas e infinitas árvores; aves muito mansas, que vinham comer às mãos; um boníssimo porto que foi bom para toda a tripulação". (Américo Vespúcio, em carta à corte de Portugal ao chegar em Fernando de Noronha)